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18 de Dezembro de 2018
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    Cachorrinhas são adotadas como ‘filhas’ por casal de Montes Claros (MG)

    Ter alguém em quem confiar, ou ter momentos de descontração e carinho é um dos objetivos de muitas pessoas. Na busca por alguém que possa servir de apoio e incentivo às rotinas do dia a dia, muitas destas pessoas adotam um animal para fazer companhia.

    Nesta perspectiva, o casal Patrícia Greiciane Gomes Alves e William Vinícius Santos Leal optou por adotar duas cachorrinhas; a Jade e a Pretinha. “Temos as duas como verdadeiras filhas. Eu, de fato, não quero ter filhos tão breve”, afirma a professora de educação física.

    Casados há dois anos e meio, eles sempre tiveram a companhia canina em casa; a Jade foi presente de casamento e, posteriormente, um amigo os presenteou com a Pretinha, em outubro de 2015. Como todo filho, as duas recebem acompanhamento médico com todo rigor. Além dos cuidados exigidos diariamente.

    “Sempre tem alguém com elas. Quando saio para trabalhar o William fica em casa, quando ele vai para o trabalho eu fico cuidando delas. Geralmente, brincamos com elas em casa ou vamos passear nos finais de semana na casa dos nossos pais”.

    Filhos animais

    Dados do IBGE revelam que mais de 28 milhões de lares brasileiros possuem pelo menos um cachorro. O empresário Jaílson Macedo, dono de uma pet shop há oito anos, afirma que o número de clientes que buscam os animais como companhia representam importante parcela no número de negociações da empresa. “Atualmente, comercializo mais de 50 animais com o único objetivo de companhia. É um número importante para o faturamento mensal. Creio que o número de empresas que prestam apoio, com banho e tosa, facilitam o cuidado com os animais”, explica.

    A psicóloga Leila Silveira explica que a escolha de um animal pode ajudar no tratamento de várias doenças, mas alguns cuidados devem ser observados para que esta escolha não se torne um problema na vida de quem adotou e também na dos animais.

    “Existem vários estudos que demonstram a importância dos animais no tratamento de algumas doenças. Mas devemos observar que hoje existe um excesso de zelo; ninguém gosta de ficar grudado 24 horas por dia. Tem de haver alguns limites, pois os animais podem servir como hospedeiros há vários micro-organismos que não são do ser humano”, explica.

    Fonte: G1

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